Patrícia Amorim

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AbelhaTenista.jpg É do BRASIL!!!
Este artigo fala de um atleta. Ele treina durante anos, sustenta a família, leva o Galvão aos berros e sempre dá mancada nas Olimpíadas!!

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Luiza brunet dijon 1983.jpg
ESSE ARTIGO FALA DE UMA EX-GOSTOSA

Este artigo contém fatos sobre mulheres que já foram gostosas no passado.
Se você acha que Patrícia Amorim está enrugada, gorda, esquelética, siliconada ou morta e enterrada, é porque o Tempo - o grande comedor - também traçou essa. Respeite os veteranos e não vandalize este artigo! Gerações passadas já a homenagearam na intimidade do banheiro


Patrícia Filler Amorim
Patrícia Filler Amorim
Em seu semblante natural normal entre políticos e cartolas
Nascimento 13 de fevereiro de 1969
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (estado) Rio de Janeiro (estado)
Nacionalidade Brasil Brasil
Ocupação Ex-Nadadora e ex-Tremamente temerosa de sentir a ira de 35 milhões de pessoas caso faça alguma merda

Cquote1.png GOSTOSAAAAA! Cquote2.png
Flamenguista sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Puta Favelada! Mas mesmo assim, eu pegava! Cquote2.png
Vascaíno sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Gostosa porra nenhuma! Isso é um traveco que, vindo do Flamerda, nem me surpreendo! Cquote2.png
Outro vascaíno, esse radical extremista de esquerda da 5ª Coluna sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Tentei pegar em Seul. Não consegui! Cquote2.png
Ben Johnson sobre Patrícia Amorim
Cquote1.png Eu consegui! Cquote2.png
Jason Statham, outro nadador sobre Patrícia Amorim

PATRÍCIA FILLER AMORIM, universalmente conhecida só como PATRÍCIA AMORIM, a.k.a. TIA PATY segundo os Flamenguistas, e uma ex-nadadora gostosa que virou dirigente de futebol ainda gostosa. Cuspida em 13 de fevereiro de 1969 (Ui!), ganha o seu pão presidindo o Flamengo, aquela agremiação rubro-negra carioca que emos e coloridos costumam chamar de “Flavela”, “Framengu”, “Framengo” ou “Flamerda” no contestável dialeto deles, e é consagrada como a “cartola mais gostosa do Brasil”, se bem que não tem tantas mulheres estragando gerindo o futebol brasileiro, já que as mulheres preferem dar pros boleiros, acham que a vida de Maria Chuteira é mais fácil e simples de viver, afinal, ninguém quer trabalhar pesado.

[editar] A Infância:

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Para os fanáticos religiosos entre nós que escolhem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Patrícia Amorim.

Tia Paty teve uma infância sofrida, devido a seus pais repressores, que reprovavam tudo o que ela fazia, intimidava os namorados dela que iam na casa graças a metralhadora e as granadas que o pai tinha, diziam que ela não fazia nada, apesar de ela lavar toda a louça diariamente, limpar a casa, fazer os deveres de casa, tudo sempre certo, sendo a aluna #1 da turma, mostrando que se tratava de uma Futura Nerd gostosa, levar o cachorro pra passear e trazer a cerveja pro pai na poltrona. Depois um dia exaustivo de trabalhos domésticos, os pais dela a lembravam que ela não fazia nada, e resolveu sacanear os pais: um dia ela não fez de fato nada e foi nadar no vazamento de esgoto que tinha na rua onde ela morava. Putos com ela, porque achavam que ela não fazia nada, foram tirara satisfações: e ela respondeu: Cquote1.png Vocês vivem dizendo que eu não faço nada, então, resolvi nadar, aí sim vocês me verão fazer nada Cquote2.png. Revoltados, os pais pintaram a casa de vermelho a usando. De saco cheio dos pais, já que é aquele esquema que os emos do Simple Plan choraram cantaram há um tempo atrás em “Perfect”. Isso aos 3 anos de idade.

[editar] Nadando:

Quando nadava. Independente de ser flamenguista ou anti, você ia nela que eu sei...

Patrícia Amorim procurou algum lugar pra morar e nadar, achando assim, um buraco em General Severiano, pra morar na sede do Botafogo e nadar por lá também. Quando a gerência finalmente viu que, após alguns anos, conseguiram converter uma flamenguista pra se tornar botafoguense, Paty descobre que as piscinas do clube não são enchidas com água potável, mas sim, com lágrimas de torcedores que reclamam que o Flamengo ganhou deles roubado de novo, mesmo que um jogador do Botafogo desse um tiro num do Flamengo no meio da porradaria do jogo, e ficou enojada com aquilo, e se mandou. Foi nadando de Niterói pra Gávea (percurso complicado), onde assinou com o seu time de coração, e ali, a careira começou a decolar, ganhando medalhas e ajudando o Flamengo a ter um time vitorioso na natação pra fazer a alegria dos malucos fanáticos teóricos da conspiração das Papeletas Amarelas, já que tinham mais uma frente pro seu manifesto, que já fazia sucesso em sociedades secretas de malucos pelo futebol. Após ganhar vários títulos, fez a coisa certinha e se classificou pras 500 Milhas de Indianápolis pros Jogos Panamericanos de 87, realizados em Indianápolis. Chegando lá na cerimônia de abertura no Estádio Olímpico de Indianápolis autódromo de Indianápolis, que entrou pra história como o 1º não-estádio a sediar essa festa, e ela fez tudo o que é obrigação por lá na cerimônia: beijou os tijolos, tomou uma garrafa de leite e deu uma voltinha num carro a 400 km/h, mas ela não foi pra lá pra pilotar, foi pra nadar mesmo, mas nadou, nadou e morreu na praia, mas, pelo menos, pode Tomar no Seul ir pra Seul nadar lá, onde viveu uma história bem bizarra, digna de Jogos Olímpicos: assim que chegou, começou a ser cantada por Ben Johnson, um corredor canadense que só queria mostrar que Carl Lewis era uma vadia superestimada que não fazia nada de útil pra sociedade yankee. De saco cheio das cantadas, e o fato de ela não fazer o tipo “desesperada pra dar pra um negão”, como tem muita branca por aí hoje, simplesmente concordou em sair com ele se ele ganhasse o ouro. Motivado, ele se dopa e ganha, mas, o antidoping o flagrou e a Patrícia não quis mais nada com ele. Depois dele, um nadador inglês chamado Jason Statham começou a se interessar por ela, e, como ele era do mesmo ramo dela e não se dopava, deu uma chance a ele. E ela não conseguiu nada em Seul, a não ser um ficante e um suprimento vitalício de carne de cachorro, e, como a idade estava pesando, ela se aposenta assim que consegue por a mão no canudo (Ui!) e resolve ser cartola no Flamengo. Um fato que poucos sabem e é proibido de ser investigado é que Patrícia já pagou boquete pra vascaíno na sua adolescência mas como o fato é muito comprometedor a globo proíbe as outras emissoras de investigarem o caso.

[editar] Politicagem:

Após ler esse artigo

Resolve entrar pro Lado Negro da Força também: seguindo carreira política, que ainda dura, acreditando que defende a causa esportiva. Na cartolagem rubro-negra, ela era a Fuckin’ Boss do esporte olímpico, e, depois de ouvir que Márcio Braga acabaria com esse departamento no Flamengo, ela começa a andar mais com o Nhonho Eurico Miranda, e ele ensina mais pra ela sobre ser presidente de um time de futebol e um político, e, depois dos ensinamentos, começa a esboçar seu Golpe de Estado pra tirar um idoso gagá do poder (qualquer semelhança com eventos fora do esporte é mera coincidência, ou não), mas, como ganhou as eleições presidenciais nas urnas, nem precisou colocar o plano em ação. Ela disse que, ao contrário do Nhonho Eurico, ela seria uma boa presidente e ajudaria seu time a crescer, mas, após um ano com muita festa, tráfico e Marias Chuteira assassinadas, ela resolve fazer uma força pra compensar a cagada do 1º ano, assim, contratando R10, sabendo que, com um gesto simples, a torcida a perdoaria, mas, como mulher no futebol não tem vida fácil, já que os homens acreditam que elas só servem pra ser Marias Chuteira, passa a ser alvo de crianças pirracentas da torcida, já que ela e o Pofexô conspiraram pra não-vinda do Adriano ao time, já que eles haviam acumulado funções: não se tratava só de presidente de clube e treinador, mas também de faxineiros que não queriam baderna e putaria no local de trabalho.


v  d  e h
POLÍTICO$ DO BRA$IL
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Patrícia Amorim comprou diploma.



Outros políticos em que você já votou (e se arrependeu):

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