Marina Silva
Oxi meu rei, esse artigo vem do Brasil, visse? Este artigo só gosta de carro da Volkswagen, joga futebol, come feijoada, imprensa feriados, conta piada de português, vai farofar na praia, odeia argentinos, queria ser norte-americano, dança samba, escuta rap, funk, lê a Desciclopédia diariamente, festeja o ano novo em casa com seu tio e mora em uma favela!! Passa a certeira!! Perdeu preibói!! |
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Este artigo é algo que a Seleção Brasileira de Futebol aprovaria, se tivesse acertado pelo menos um pênalti nas quartas-de-final da Copa América de 2011 |
| HUMOR ACREANO |
| Esse artigo é acreano! Portanto, talvez ele seja só visão sua (ou não), então, antes de começar a ler, certifique-se de que não está sonhando acordado. |
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| "Mulher da Selva" | |
| Origem | Seringal do Cabaço, |
| Sexo | Aceita |
| Ocupação | Senadora, seringueira e candidata a presidente |
| Profissional | |
| Profissão Anterior | Seringueira |
| Conchavo | Nenhum |
| Maior Escândalo | Só quando chamam de doméstica |
| Perfil | |
| Nível de Inteligência | 5 |
| Plásticas | Nenhuma |
| Vícios | Tirar leite do pau |
| Emissora Atual | Canal do Boi |
| Preferências | |
| Livro | |
| Música | |
| Prato | Redondo e fundo |
| Filme | Pode ser até sem censura, desde que tenha muito sexo e violência |
Google sobre Marina Silva.
Você quis dizer: Madre Marina de Xapuri![]()
Google sobre Marina Silva.
Você quis dizer: O Acre não existe!![]()
Google sobre o lema de campanha de Marina Silva.
Tu traiu o movimento petista, véia! ![]()
Dado Dolabella sobre Marina Silva
O eleitorado dela é maior que as torcidas de Atlético mineiro e Fluminense. ![]()
Capitão Óbvio sobre o eleitorado de Marina Silva
Margarina Marina Silva é uma política brasileira. Seringueira e empregada doméstica, atualmente filiada ao fumacento Partido Verde.
Quem disse que os animais gostam da Marina? Eu sou um animal irracional da amazônia e não gosto dela! Eu quero é o Sr. Burns na presidência... ![]()
Tucano sobre Marina.
Tabela de conteúdo |
[editar] Biografia
[editar] Infância
Nasceu no Seringal do Cabaço, no Acre( se é que isso existe ), local mundialmente conhecido pela lenda da década de 40 de que seria este o local do hobby amazônico do Bukkake Arbóreo, onde mulheres eram submetidas à humilhação pública através da manipulação de troncos de seringueiras com formas fálicas até a extração da seiva leitosa em seus rostos.
Filha de pais cearenses, Marina foi criada num ambiente hostil acostumada a repetir a frase - que que é isso, que violência -. A terra do Acre, à época, tinha temperaturas acima de 68º e uma atmosfera constantemente saturada, sem falar no excesso de metano oriundo dos flatos dos animais da região, descendentes dos dinossauros, e na flora, constituída por plantas carnívoras que devoravam homens inteiros.
Seus pais, trazidos do nordeste pelo Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia (SEMTA), praticavam o nobre ofício da tiração de leite de pau, costume típico daquela terra isolada que se espalhou para locais mais acessíveis, como a conhecida selva amazônica.
Marina teve 46 irmãos, dos quais 18 morreram (todos homens, de desgosto), sobrando 70% de mulheres e o restante de “homens”, todos adaptados à vida no seringal.
Aos 10 anos de idade, quando todos são considerados maiores no Acre, Marina já era reconhecida como uma exímia seringueira. Acordava sempre às 4h30 da manhã, tomava banho no rio com um sabão feito de gordura de onça, lavava os cabelos com xampu de ovo, passava seu perfume de alfazema e vestia seu traje personalizado: Uma calça de brim, uma camiseta com a foto do General Castelo Branco, um chapéu de palha, batom de beterraba e um par de Havaianas tradicional azul e branco (seu calçado preferido até hoje). Levava ainda um prato fundo de latão e uma carteira de cigarro Hollywood. Era uma vida dura, mas que Marina, sempre sorridente, levava com prazer e orgulho.
Marina chegou a extrair, em um só dia, o leite de 210 paus, fato este visto com espanto pelos outros seringueiros, especialmente inveja entre as mulheres: Enquanto que uma pessoa normal leva 11 minutos, em média, para conseguir tirar o leite, a seiva de um pau da floresta, Marina levava pouco mais de 1 minuto. Nem os troncos mais calibrados e mais rústicos escapavam à grande habilidade de Marina na arte da manipulação dos troncos. O segredo, disse Marina em entrevista recente, estava em acariciar a madeira, tratá-la com carinho, e ir de acordo com sua intuição para encontrar o ponto certo, que o leite sai todinho. Afinal, estamos lidando com um ser vivo, e, pensando assim, você tem a consciência que tem uma vida vigorosa e pulsante ali, diz Marina, com um sorriso nos lábios e os olhos brilhando.[editar] Juventude
Aos 15 anos, devido às constantes tentativas de “passar-lhe a perna”, Marina começou seu processo de auto alfabetização (Foi nessa época que ela começou a ler e nunca mais parou). Decorou as quatro operações matemáticas utilizando um ábaco e trocou seu antigo relógio de ampulheta por um feito com uma vela e pregos. Aprendeu a ler notas fiscais e lábios, e fez um minicurso de autodefesa e caligrafia por correspondência.
Com 16 anos, Marina adquiriu uma grave infecção de oxiúros, onde teve que ser transferida à cidade autônoma de Rio Branco, capital do Acre. Foi tratada por freiras. Admirada com aqueles seres divinos, o ritmo de vida limpo e com o cheiro das velas do convento (um fetiche), Marina decidiu que gostaria de permanecer na cidade e ser como uma delas. Mas desistiu do sonho, pois suas histórias no seringal foram interpretadas pelas freiras como uma paixão paralela aos prazeres da carne, e que ela não aguentaria passar o resto de seus dias sem calejar suas mãos numa madeira – de qualquer material.
Passou a trabalhar como empregada doméstica, profissão que ela passou a atuar depois que fez um teste vocacional, onde foi identificado que ela possuía traços típicos de identidade de doméstica e/ou diarista. Foi outra profissão que Marina desempenhou com prazer, pois ela poderia continuar usando o dia inteiro suas Havaianas tradicionais. Foi nessa época que Marina descobriu o que até então lhe era desconhecido, o detergente.
Ainda jovem ajudou a tirar leite da seringueira do Chico Mendes, que gostou do talento da jovem a introduziu (repetidas vezes) na política.
[editar] Trajetória Política
[editar] Universidade e CUT
Por duas vezes, a crise de oxiúros lhe impediu a realização das provas do vestibular. Mas não impediu que ela, posteriormente e devidamente matriculada na universidade, conhecesse as emoções dadas pelos cursos periféricos (Marina formou-se em história): Comunismo e grupos de teatro. Marina fez parte de todo e qualquer movimento estudantil que fazia parte – Diretório Central, Centro Acadêmico, UNE – e promovia todas as calouradas no campus da Universidade. Então, Marina tornou-se imediatamente popular, contando as histórias do tempo de infância no seringal (tendo criado antipatia pelas frustradas patricinhas filhas de militares transferidos de Manaus por causa disso), e pelas peças de teatro encenadas no auditório da UFAC. Ela era uma grande admiradora do grego Aristófanes, e sempre quando podia, colocava em cartaz “As rãs”, “As vespas” e “Lisístrata - A Greve do Sexo”.
Entrou para o Partido Revolucionário Comunista Bolchevique Operário Universitário Trotkista Marxista Camponês Trabalhista Bolivariano (PRCBOUTMCTB), onde iniciou a luta contra o regime militar. Estava cada vez mais ativa: Passava o dia todo na universidade, administrando uma sala que ela e um grupo de ciganos e barbudos conseguiram perante a diretoria do vizinho curso de veterinária, cujos alunos rejeitaram por terem visto um cavalo pronunciar palavras dentro de um pentagrama desenhado no chão da sala e duas velas pretas na entrada. A sala foi posteriormente decorada com fotos de seus habituais e íntimos líderes: Che, Trotski, Mao, Fidel... Reuniões, discussões, saraus, pagamento de carteiras de estudantes, achados e perdidos, eram os serviços oferecidos por aquele grupo. Junto com eles, Marina passou a comercializar dois produtos muito famosos na UFAC: Um grande charuto verde feito de ervas e uma bebida batizada de A Revolução, feita com duas partes de suco de jabuticaba, uma parte de rum e dois dedos de vodka.
Logo após se formar, Marina foi lecionar história numa escola pública, graças à indicação de um deputado que ela realizou serviços de natureza doméstica. Certo dia, dando aula, ela viu pela janela da sala dois homens cortando um Pau-Brasil, cena que a deixou estarrecida, já que ela tinha um grande amor pelas plantas e vegetais, principalmente as toras nativas. Desde então, ela passou a se engajar na luta pela preservação da floresta, temendo o fim das seringueiras, do Pau-Brasil e do Pau-Rosa, outra árvore muito admirada por Marina.
[editar] Partido dos Trabalhadores (sei...)
Assim como seu horizonte, o currículo de Marina ficava cada vez mais alargado. Participou ativamente do Movimento Sindical, e junto com o também seringueiro Chico “Super Mario” Mendes, fundou a CUT, e sendo inseparáveis, conhecidos como a “Dupla Dinâmica do Leite de Pau”. Filiou-se ao PT, sendo sempre votada por ser uma figura folclória, que estava sempre no imaginário das pessoas com suas histórias. Alguns achavam que ela era a Janis Joplin da amazônia, sem as drogas injetáveis, que nada sabia da cidade, e que conhecia a floresta com todos os seus cheiros, gostos e sensações que só ela tinha. Polêmica, gritava a altas vozes seu amor pela natureza e causando a ira entre os madeireiros.
Em 1990, Marina Silva foi eleita Deputada Estadual, sendo a mais votada de toda a história do Acre (700 votos). Mas com pouco tempo, descobriu que estava contaminada com metais pesados da época do seringal, principalmente o ferro, que estava acumulado na bunda região glútea. Desde então, Marina tem feito uma dieta rigorosa, que inclui granola e farinha canadense em todas as suas refeições, e a abstenção total de margarinas e refrigerantes. Devido a esta dieta, Marina precisa de um vaso sanitário especial, com funcionamento semelhante a um liquidificador, pois suas fezes tendem a ser extremamente duras e constantemente entopem a saída do vaso sanitário, como noticiou a revista Isto É de 17 de maio de 2008 quando da saída dela do Ministério do Meio Ambiente, diante da estranheza do novo ministro Minc, que pensou que tal objeto fosse um disco voador.
Em 1994, Marina é eleita senadora. Suas passagens pelo Congresso, no início, foram frustrantes. Deputados e senadores do PSDB e PFL achavam que ela fosse dos serviços gerais, e sempre lhe pediam cafezinhos e para varrer o chão dos seus auxiliares, ou estranhavam quando ela utilizava o elevador privativo. Isto rendia fortes cenas de insultos e pitis por parte de Marina, que se revoltava com o descaso dado pelos parlamentares só porque ela tinha cara de empregada e vinha de um local praticamente desconhecido. Em retaliação, os partidos de esquerda obstruíram várias vezes alguns projetos da base governista da época, como a declaração de território autônomo dos estados de Roraima e Amapá, que seriam governados por um triunvirato de caciques. Desde então, sua trajetória política tem duas bases de sustentação: a proteção das árvores leiteiras em toda a área amazônica, e o reconhecimento pela população brasileira de que o Acre é um estado da federação (questão que ainda é visto com bastante desconfiança, principalmente na região sul do Brasil).
[editar] Ministério do Meio Ambiente
Dizem as más línguas que Marina e Lula tiveram um caso paralelo por vários anos, e que isto amoleceu o discurso radical do então candidato para as eleições. Sinais disto foram a nomeação de Marina para o ecológico Ministério do Meio Ambiente, e as constantes demonstrações de carinho do presidente para com a mesma.
Notícia da época das eleições em tabloide sensacionalista afirmava que um funcionário do PT tinha ouvido conversas do presidente Lula em que dizia: - Minha cabocla cherosa a alfazema, to chegando aí pra ficar bem pertinho docê. Mas não havia certeza de quem era interlocutora.
Durante sua atuação no ministério, Marina alcançou a glória e o poder necessários para proteger aquela que foi sua grande amiga e amante: a madeira. Foi o grande pesadelo dos madeireiros, que se viram acuados a extrair apenas algaroba por muitos anos.
Foi na época do ministério que Marina ganhou uma grande inimiga: a chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, que nutria uma grande inveja de Marina por desconfiar do tratamento que Lula dispensava.
Então Dilma passou a amar Lula, que amava Marina, que amava Carlos Minc, que amava Luciana Genro, que amava Heloísa Helena, que não amava ninguém. Dilma fez uma plástica, Lula foi para os Estados Unidos e outros 170 países, Marina pediu demissão, Carlos Minc virou ministro, Luciana Genro ficou para a tia, Heloisa Helena virou vereadora, e J. Pinto Fernandes mais uma vez não entrou na história.
[editar] Presidenciável
Com a ameaça das eleições de 2010, o PT se viu acuado a achar uma solução para manter seu poder supremo sobre a pátria: Um simples golpe de estado para tornar o mandato do presidente Lula vitalício ou escolher um dos insignificantes possíveis sucessores. Naturalmente, a escolha caiu para Dilma Rousseff, preparada desde maio de 2007 a ser uma espécie de Lula de saias. Impossibilitada de usar barba, a direção do PT contratou os mesmos cirurgiões que recauchutaram a cara da excelência da primeira-dama, e usaram o mesmo tratamento com Dilma, que ficou uma gata, e apareceu sorridente no carnaval de Olinda em 2009.
Ainda mais indignada com toda essa palhaçada, Marina Silva resolveu aceitar em agosto de 2009 o convite do alternativo Partido Verde, e ameaçou a se candidatar a presidência do Brasil, fato que causou pânico em todos os setores da política. Não se sabe ao certo como se dará a campanha nem as propostas da candidata filha da Amazônia (que por incrível que pareça também é no Acre). Desconfia-se que a candidata vai usar argumentos como o fato de ser vinda de um local que todos pensavam que não existia, assim como os políticos honestos. O fato é que, finalmente, Marina sentiu-se feliz com uma reportagem que dizia que ela teria sido picada pela mosca azul: Já fui picada milhares de vezes na floresta, e, pela primeira vez, fico contente com o fato. Fui picada e não peguei malária. Já alguns, dizem que a senadora será uma cobra que irá sufocar a candidatura de Serra e Dilma. E outros, de alas mais radicais da política tupiniquim, dizem que Marina é o Saci-Pererê que colocou uma perna e se vestiu de mulher.
A campanha de Marina é bem mais pobre do que a dos outros candidatos, e tem de aguentar a muitas tentativas dos outros concorrentes que procuram desqualificá-la, dizendo que ela não teria força para subir a rampa do Palácio do Planalto, ou que o 43, na verdade, corresponde ao peso da candidata, e não ao número do partido. Essas são tentativas sórdidas das raposas felpudas da política nacional, que, dentro de um contexto onde o bullying vem sendo duramente combatido, visam privilegiar à candidata Dilma Rousseff, que é mais cheinha que a candidata verde. O que não é muito difícil, na verdade...
[editar] 1º Turno
A candidata ecológica, mesmo usando uma pesada maquiagem da Natura, não conseguiu esconder que era verde. Magra, esquelética e ética, Magrina Selva sonha com um Brasil autossustentável, mas ela mesmo mal consegue se autossustentar em pé. Natural do Acre, Marina era amiga intima do seringueiro Chico Mendes, a quem ela ajudava a tirar leite do tronco. A mulher do líder extrativista não gostou nada daquilo, e Marina teve que fugir da Amazônia e veio se esconder em Brasília onde acabou se dando bem porque na Capital Federal o que vale é a Lei da Selva. Muitos eleitores estão insatisfeitos com a Dilma e o Serra e vão votar na Magríssima Silva porque ela é a única mulher candidata à presidência da República.
Marina Silva é negro AFRO-DESCENDENTE!!
Nem pense em dizer que são todos parecidos...
A escravidão doeu mais nos brancos do que nos negros... (Pelo menos foi o que o Bush disse)