Feijoada

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Hitler curtindo um som do Fresno.

Feijoada é Emo.
Respeitem-no(a), ou um deles chamará o Adolfinho para te transformar em purpurina.


Cquote1.png Depois que comi, nunca mais fui a mesma pessoa... Cquote2.png
São paulino comenta sobre a linguiça da Feijoada

Cquote1.png Uma feijoada só é realmente completa quando tem ambulância de plantão. Cquote2.png
Stanislaw Ponte Preta sobre Feijoada
Cquote1.png Para uma boa cagada, nada como um bom prato de feijoada Cquote2.png
Você querendo ser babaca
Cquote1.png Nunca vi nem comi eu só ouço falar Cquote2.png
babaca imitando você sobre Feijoada
Cquote1.png Na União Soviética, a feijoada come VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Feijoada

Feijoada é um prato típico de domingo em todo o Brasil. Consiste em feijão preto cozido com miúdos de porco, partes íntimas e gordurosas e quaisquer outras coisas nojentas, desde que contenham gordura suficiente e muita pele. Vale incluir qualquer coisa que esteja passando pelo local do preparo da feijoada, seja correndo, rastejando, voando ou mesmo trazido pelo vento que depois sua tia diz que é folha de louro.

Trilha sonora de uma evacuação bem sucedida.

[editar] Origem

Conta-se uma lenda muito interessante sobre a origem da feijoada. Havia no vilarejo de Ponta Grossa um cozinheiro e muambeiro chamado Tiozão do churrasco. Um certo dia ao passar em frente à casa de um rapaz sentiu a fome bater no mocambo e decidiu filar uma bóia no local. Como Tiozão era o rei do pedaço e fazia tudo o que queria, chutou a porta e pediu ao indivíduo que fizesse um cuzcuz para ele em troca de sua vida. O pobre rapaz já todo cagado e com sede de vingança, viu que estava num beco sem saída, porém não hesitou e raspou a bosta que escorria e jogou dentro do caldeirão como último ato de vingança. Bateu no liquidificador um gato que passava no local e misturou com um feijão mofado e algumas algas que cresciam na parte de trás de sua geladeira. Tiozão provou da comida e gostou, para a infelicidade do pobre rapaz que esperava a morte do próprio após ter consumido aquela gororoba. Porém como não se tratava de um cuzcuz Tiozão estrangulou o rapaz e o jogou dentro do caldeirão, melhorando o paladar e acidentalmente incrementando a receita. Nascia ali a feijoada.
Sua irmã fazendo bulimia anal.

Os servos de Tiozão, que o esperavam para almoçar já há alguns dias, aflitos e com muita fome, realizaram um ato de desespero. Neste momento Tiozão entra no local e pega seus servos comendo o rabo um do outro. Indignado com a ocasião saca sua motosserra e corta o peru de seus escravos e joga em sua quentinha da receita recém criada. Nascia ali a feijoada 2.0 tal como a conhecemos hoje.

Após muita reviravolta a feijoada foi adotada como remédio para intestino preso e aperitivo para ressecados com disfunção intestinal e fissura anal. No Brasil logo se tornou popular após sair do morro com imigrantes do Rap que espalharam a feijoada e o street dance mundo afora. Houve uma grande discussão na torcida do São Paulo sobre o tamanho da lingüiça da feijoada, alegando que quanto maior a linguiça melhor o gosto, gerando a frase que marcou a época:

Cquote1.png Não fatia não que estraga a receita! Cquote2.png

[editar] pessoas que comem

[editar] Ver também



Pobre0002.jpg
Carro pessoal.jpg
Eçe artigu é di Póbri

Eçe artigu fara sôbri coisa di póbri, peçôas póbri ou o dônú deçí neguçiu tãm bem dévi ser póbri.

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