Caracala
'HÆC ARTICVLVS ROMANVM EST. LATIM LOQVÆBITVR. NON INTERLEGIT? HVMORIS PRIVATVS NON EST. MVITISSIMVS ENGRAÇATVS!!! SED ROLA MEAM VADE MAMARE! VADE FŒDERE CVM PORRIBVS NOSTRVM.
Severino sobre Caracala
Septímio Bassiano, ou Caracala, ou cara de gala, ou cara-a-cara, ou cara-cola, ou o diabo que o carregue, foi um imperador romano da era dos Severos. Era filhote de Milionésimo Severo, o chefão da família. Era um menino criado a leite com pera pelo pai, e por isso encheu seu pobre coraçãozinho de ódio pelo irmão, Geto, que se achava o tampa de Crush. Ou melhor, o tampa de Coca-Cola, já que Crush virou Sukita e ninguém além do Tio da Sukita bebe mais essa imitação barata de Fanta.
[editar] História
Caradegala nasceu em Gala (só podia...), em 4 de abril de 186. Ele era um babaquinha que não curtia a vida do pai de imperador, só queria ficar de sombra e água fresca e paquerando as oráculos gostosas do império. Geta, seu irmão mais novo, queria ser imperador, e trabalhou a vida inteira pra conseguir isso. Mas um dia, Sétimo morreu, mas antes de morrer, pediu pra eles não brigarem pelo trono. E isso nem ocorreria, se...
[editar] A ascensão
Caracala e Geto brigaram por uma oráculo bem gostosona, depois de várias rodadas no bar. Essa briga fez com que Caracala mandasse Geto pra merda, e coseguisse dominar todo o império romano sozinho, e jogou geto no gueto pra ele ser morto pelos caras do Comando Vermelho a mando do Senado. Assim, Caracala virou o fodão.
Caracala procurou caracterizar-se como um imperador BOPE: a partir de 213 dirigiu-se à fronteira do Reno, e desta ao Danúbio a à Dácia, onde passou a enfrentar os germanos, já que a Seleção Italiana de Futebol e a Seleção Alemã de Futebol estavam empatadas em títulos de Copa do Mundo de Futebol. Fez um tratado com os alamanos para que protegessem a fronteira. Sua força como imperador provinha da cara-de-pau com que conquistava a fidelidade dos soldados, compartilhando mesmo dos seus trabalhos braçais, chegando em público a moer ele mesmo a farinha para fazer seu pão de campanha. Infelizmente para ele, além de o pão ficar pior que o pão que o diabo amassou, sua política militar agressiva - combinada à elevação de soldos e a uma política de superfaturação, cujo maior resultado foi a construção, em Roma, das Termas de Caracala - exigiu um gasto do cacete, tanto foi que os cofres já estavam mais vazios que o meu porquinho. Em 215, foi obrigado a cortar 3 zeros da moeda de prata pela emissão de uma nova denominação (o antoninianus) de teor de metal precioso (51,5%) muito diminuído - na verdade, uma volta ao cruzado denário desvalorizado emitido por Marco Aurélio e Cômodo; mas como os denários de Septímio Severo eram ainda piores que o cruzeiro real, Caracala atribuiu ao antoninianus o valor de face de dois denários, quando na verdade, em valor intrínseco (peso em prata), a nova moeda equivalia a 1,5 denários. Ou seja, fez a maior falsificação do império romano desde Rômulo e Remo.
[editar] Morte
Depois de fazer um estranho Édito de Caracala, que dizia que todo mundo agora era romano, era só dizer que era romano e era romano e aí do romano que dissesse que esse romano não era um romano, pois ele dizia que era um romano e realmente era um romano e pronto e acabou-se. Isto deixou muita gente puta da cara com ele. Um tal de Macrino acabou dando um tremendo coice no Caracala, jogando-o abismo abaixo. E assim mais um imperador morreu assassinado (novidade ¬¬).
| Precedido por Sétimo Severo |
Imperador Romano 211 - 217 |
Sucedido por Macrino |