Baião
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Égua, não, ulha, égua, ulha!!!
Não te faz de leso, senão o pau te acha, meu preto! |
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Baião é uma pequena cidade desconhecida. Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça. Provavelmente o padeiro é o prefeito/encanador do município
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| Bandeira Entre e coma o que quiser. | |
| Hino | Tem um lá registrado...talvez alguem saiba...ou não... |
| Local | Em algum lugar insignificante no meio do Pará |
| Idioma | Paraensês |
| Geografia | |
| Clima | Chuvoso e muito Quente. |
| Locais de Referencia | Jovens virgens oferecidas. |
| Economia | Prostituição. |
| Produtos Exportados | Vide Economia. |
| Política | |
| Governo | |
| Atual Prefeito | Um maluco qualquer... |
| Vice-Prefeito | |
| Mídia | |
| Cidadãos Ilustres | Non Ecxiste!. |
| Esporte Símbolo | Bacanal. |
| Santo Local | Sylvia Saint |
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Tabela de conteúdo |
[editar] Apresentação
Localizado às margens de um rio qualquer, na beira de uma estrada qualquer, Baião (uma cidade qualquer também) que fica no Pará (um estado qualquer também...tá bom...parei)fazendo mais número num Estado onde se encontra mais de oito mil outras cidades, sendo mais uma miserável vilazinha.
Com mais de 20.000 habitantes cabocos, é muito conhecida no estado pelo seus grandes bacanais onde o grande desnível entre o pouco número de homens em relação às mulheres faz com que os hormônios aflorem nas garotas locais.
Devido a isso a cidade é conhecida como um importante pólo de Prostituição no estado, sendo considerada uma verdadeira Meca aos tarados e punheteiros de plantão. E um detalhe: Os preços cobrados pelas "donzelas" são praticaments desprezíveis de tão baratos, ou seja, caso você esteja a fim de contrair uma AIDS ou uma Sífilis molhar o biscoito esse é o lugar perfeito. Ou não...
[editar] História
Tudo começou com um desocupado filhinho-de-papai, motherfucka, desbravador chamado Antônio Baião. Cansado de sua vida agitada e badalada, com altas festas e mulheres em Lisboa, decidiu virar uma pessoa séria e embarca para o Brasil. Chegando aqui é incumbido de fundar uma vila em algum lugar no meio do nada no Estado do Grão-Pará. Acha um lugarzinho no meio do nada, com um rio passando... e decide, com toda sua humildade batizar o local com seu sobrenome. Mas o que a historiografia oficial não conta (Porque o Jader Barbalho não deixa) era que Antônio Baião pretendia construir uma república ditatorial nos moldes do que hoje é a Coreia do norte em plena Amazônia. Obviamente seu planos foram em vão, e hoje a cidade vive numa rotina movimentadíssima (sai um ônibus com destino a Belém duas vezes por dia, por exemplo) e é um referencial de Prostituição (sendo considerada uma potencial Amsterdam Amazônica) no Estado.
[editar] Geografia
Com um pouco mais de 20.000 habitantes num terrítorio maior que muitos países pelo mundo, a cidade tem um relevo normalzinho, com um clima muito quente (que também é normalzinho no estado), e alguns igarapés onde são também usados como verdadeiros motéis ao ar livre, tanto na área de mata como na água. Daí vem o motivo da rede de motéis baionenses não terem vingado e ido à falência. Apresenta uns nomes muito originais de bairros: Limão, Cupuaçú, Açaí, etc.
[editar] Curiosidades
[editar] Ver também
O Mico Azul passou por aqui em 1960!!!

